sexta-feira, 8 de julho de 2016
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Samba da Meia Noite no Viaduto Santa Tereza
Além de Duelo de MC'S, outra manifestação que acontece debaixo do viaduto e quinzenalmente, as sextas-feiras, é o Samba da Meia-noite. Divulgado pelas redes sociais, a manifestação vem se tornando cada vez mais conhecida. Devido às questões culturais, o encontro é organizado no formato de uma roda na qual os músicos são envoltos pelos espectadores que podem interagir com o evento ao invés de apenas assisti-lo. Assim como o Duelo de MC's, não existe apoio por parte da prefeitura, o que causa a inexistência de banheiros químicos e iluminação adequada que atenda aos participantes. O grupo é constituído por doze integrantes que atuam como "sambadeiras", sambadores e puxadores, porém esta configuração não restringe a participação externa, pelo contrário, abre possibilidades. Os sambadores dançam ao som dos tambores assim com as "sambadeiras" que são responsáveis por responder aos cantos evocados pelo puxador. Os partícipes possuem vestuário específico no qual as mulheres, por meio de suas saias, retratam o período da escravatura brasileiro ao passo que nestas sintetizam a junção dos modelos europeus usados pelas Sinhás, da costura entre retalhos feita pelas escravas e da diversidade de cores e estampas característica das culturas africanas. O terno e os chapéus usados pelos homens equivalem à malandragem, traço de brasilidade e identidade.
Vale-se ressaltar a diferença entre o samba praticado nesse encontro e o famoso samba carioca do Carnaval. O Samba de Roda nasceu a Bahia por volta dos anos 1860 como uma manifestação religiosa, um culto à entidade "Zé Pretinho" do Candomblé, que representava a diversão e molecagem, porém desenvolveu-se como uma forma de lazer popular e se espalhou pelo Brasil, até chegar em Belo Horizonte e se instalar na parte de baixo do Viaduto Santa Teresa. Esse estilo de dança foi um precursor do carioca, que se difundiu muito mais. Portanto, embarcando nas origens e manifestações do evento, é apropriado dizer que este tem o objetivo de afirmar, sustentar, divulgar e manter a riqueza cultural afro-brasileira, que é única, e o ideal de expandir a manifestação com as batidas do samba de roda: apenas voz, corpo e tambor. O ato de cantar as histórias garante, junto à oralidade, a propagação dos costumes.
Exposição Almanaque - Miguel Contijo
Inicialmente, gostaria muito de ter tido acesso à exposição Almanaque durante o processo de realização do caderno técnico. A exposição traz uma proposta muito interessante de, através da estrutura e estilo de apresentação de almanaques, revelar memórias do Homem, este não mais inteiramente ligado à natureza, mas sim "perdido no excesso de informações nele injetado". A mostra está exposta no quarto andar da Casa Fiat de Cultura. Através de uma grande pintura colocada frente a uma parede repleta de informações inscritas, o visitante já absorve a ideia de confusão/ desordem, cabe nesse momento ainda ressaltar que nos é oferecido um breve histórico junto a definição de almanaque que é interessante anteceder as outras pinturas. Na sala ao lado encontram-se expostas as composições do artista, todas bem coloridas e expressivas, percebi que mesmo as pessoas que estavam ali sem interesse de permanecer interpretando tais obras elogiavam muito os trabalhos devido às características estéticas agradáveis. O espaço conta também com um banco disposto no centro, este poderia ser melhor explorado através da adição de preceitos convidativos, pois assim a permanência e apreciação da exposição seria potencializada. Por fim, outro fator a destacar é o informativo da exposição que acompanha o estilo dos almanaques e contem os textos colados no início da exposição.
| Almanaque Fim de Ano 1 |
| Selfie |
| Das coisas nascem coisas |
| Família feliz |
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Crítica ao vídeo da coleguinha Giovana
O enfoque constante na interações de diversas pessoas com objeto, de modo a privilegiar o destaque às possíveis alterações da forma ficou bem interessante, porém com o potencial reduzido devido a falta de som em grande parte do vídeo e à extensão de algumas cenas. O vídeo poderia ser fragmentado dando espaço pra a percepção das interações realizadas que, em um dado momento, são expostas de forma simultânea, assim as características do objeto poderiam ser melhor observadas.
Parágrafo sobre representacão e experiência presencial
Na atividade em questão foi-nos pedido para explorar os arredores do Parque Municipal Américo Renné Giannetti, usando o Google Street View, como nunca havia observado a região além de idas à Rodoviária de Belo Horizonte, a formação de concepções acerca do mesma foi inevitável. Durante a visita ao Parque o contraste entre a representação gerada pela ferramenta usada explorada previamente e o ambiente urbano real foi muito forte, pois além de algumas alterações percebidas, assim como o desvio de tráfego, a experiência fora muito afetada pelos sons produzidos pelas atividades realizadas nesse lugar, como o fluxo intenso de automóveis e pessoas. Somando-se ao ambiente sonoro construído ressalto-se também outras características proporcionadas pelas profusões de odores e iluminação. Assim percebemos que a ferramenta não é abrangente quanto a experiência espacial, perante a gama de informações recebidas presencialmente, porém, este fato não invalida o avanço que tal meio de "visitação" representa na atualidade.
- Croqui dos arredores do Parque:
terça-feira, 5 de julho de 2016
Yara Tupynambá – Pintando a Natureza
A exposição é retratada em três ambiantes nos quais, o primeiro, situado no 1º andar da Casa Fiat de Cultura, é composto por uma coleção de nove obras pintadas em carvão que representam paisagens urbanas com foco na comunidade da Barragem de Santa Lúcia. Essas telas foram entendidas como um aprimoramento da artista perante técnicas como as de luz e sombra e devido a este fato lhes fora destinado o hall de entrada para serem expostas, atribuindo a eles um contexto de "prefácio". A artista tem o objetivo de preservar memórias e transmitir suas percepções dos espaços em questão através de suas telas, assim fica clara que a sua percepção da Comunidade, em meio ao modelo o urbano que a cerca, constitui-se de características não agradáveis/ confusas/ capazes de transmitir medo, sentimentos estes causados pela utilização das cores/ sombras escuras e desordem. Ao subir para o 4º andar, encontra-se uma linha do tempo marcada por fotos de Yara e suas pinturas no decorrer de sua vida artística. Essa linha está localizada à altura dos olhos dos visitantes, porém as imagens nela contidas foram reduzidas a um tamanho que não exige a locomoção da cabeça de quem as observa, dessa forma a sua visualização ficou comprometida dada a profusão de detalhes e variação de tonalidades em pequenas áreas. Ainda neste andar, temos acesso à 48 obras que relatam espécies da fauna e flora (em maior quantidade) de reservas localizadas no Estado de Minas Gerais, as telas são grandes e recebem o enfoque de luzes superiores que destacam as cores vibrantes, porém a forma na qual foram dispostas, enfileiradas, não causa o interesse, para além das informações atuais, dos observadores, mas sim a impressão de que estamos vendo "mais do mesmo". Nesse momento, cabe ressaltar uma tentativa de promoção de um ambiante imersivo ao utilizar sons de animais que habitam tais reservas durante a exposição, já que devido ao volume e ao eco da sala somado às conversas locais mais incomodam do que potencializam a exposição. Por fim, é disponibilizada uma pequena sala adjacente que tem como objetivo evidenciar as experiências da artista durante a visita às reservas, mas além do conforto não oferecido perante um vídeo de longa duração, a projeção prejudica muito as imagens causando desinteresse.
| Fonte: Arquivo pessoal |
| Fonte: Arquivo pessoal |
| Fonte: Arquivo pessoal |
| Fonte: Arquivo pessoal |
sábado, 18 de junho de 2016
domingo, 12 de junho de 2016
domingo, 5 de junho de 2016
sábado, 4 de junho de 2016
Representação do local da intervenção
terça-feira, 31 de maio de 2016
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Relação do objeto interativo - Crítica ao objeto do coleguinha
O objeto, apesar de ter base em uma lógica viabilizada pelo descobrimento, propõe uma interação dialógica, pois viabiliza a participação de várias pessoas ao mesmo tempo, presenciando sensações em comum ou não, geradas pelas diferentes texturas presentes na forma. O acabamento, bem executado, foi feito com tecidos coloridos e estampados de formas diversas sugerem características relacionadas à maciez, a mesma está contida em maior quantidade no objeto, então o sentido da surpresa e exploração fica em parte comprometido. Por isso relacionei com o objeto abaixo, que através dos sons gerados a partir do contato com os diferentes materiais ascendem as diferentes luzes localizadas na base ao lado.
terça-feira, 17 de maio de 2016
Pesquisa sobre estratégias de apropriação do espaço
Performance:
A origem da palavra performance também tendo como subjetivo o desempenho vem da tradição egípcia primeiramente usada como um termo relativo às artes do espetáculo. A “Performancey” era um ritual de encontro de artistas itinerantes que no final de um longo dia de trabalho construindo pirâmides, se encontravam para praticar as mais diversas artes e se divertir. Hoje a palavra performance é tida como um evento no qual um grupo de artistas (ou artista) se comporta como o publico, criando assim algo fora do comum podendo envolver teatro, musica, cinema, literatura, e outras artes.
A performance assim como a arte é uma forma de expressão que contesta a si mesmo, sendo tão interdisciplinar que ainda não é possível e nem preciso criar contornos de delimitação. Porém em todas as tentativas de conceitualização a mais simples e abrangente assim como o próprio meio de expressão artística é o de performance como “escultura com vida”, criada por Gregory Battcock, onde a figura do artista é o instrumento de arte. É a própria arte.
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| Stein Henningsen – Infraction 08 |
Parkour:
Conhecido como Le Parkour do francês le = o, e parcour = percurso, trajeto, segundo a Parkour Word Association (2005), é uma atividade física que teve suas origens na França. É definida como uma combinação de habilidades naturais do homem tais como correr, saltar e escalar, porém com um uma capacidade de se movimentar-se da forma mais rápida, fluente e eficaz possível, fazendo uso do ambiente urbano (ANGEL; 2011).
Conceitualmente é definido como uma forma de se deixar ser levado até onde o corpo permite, e para onde quer conduzi-lo. Pode ser caracterizado como um método de treinamento físico, uma disciplina de movimento ou forma de superar obstáculos encontrados normalmente no ambiente urbano (DJORDJEVIC; 2006). A ideia principal é traçar um percurso ou objetivo e por meios próprios, alcançá-lo superando os obstáculos que surgirem no caminho (BELLE; 2006) Durante o deslocamento o praticante faz uso de diversos artifícios, desde a exploração da condição física ao discernimento dos métodos de transposição que oferecem menor risco e eficiência durante o trajeto (GAMA; 2008). Outro ponto que merece destaque nesse esporte é a importância na escolha dos movimentos e rotas selecionadas na execução, pois estas devem além de derrotar os obstáculos no caminho, evitar o gasto energético e ganhar tempo (LEITE et al., 2011). Provavelmente, o Parkour não existiria se não houvesse antes dele o Método Natural por George Hébert, assim como o parcours du combattant.
Conceitualmente é definido como uma forma de se deixar ser levado até onde o corpo permite, e para onde quer conduzi-lo. Pode ser caracterizado como um método de treinamento físico, uma disciplina de movimento ou forma de superar obstáculos encontrados normalmente no ambiente urbano (DJORDJEVIC; 2006). A ideia principal é traçar um percurso ou objetivo e por meios próprios, alcançá-lo superando os obstáculos que surgirem no caminho (BELLE; 2006) Durante o deslocamento o praticante faz uso de diversos artifícios, desde a exploração da condição física ao discernimento dos métodos de transposição que oferecem menor risco e eficiência durante o trajeto (GAMA; 2008). Outro ponto que merece destaque nesse esporte é a importância na escolha dos movimentos e rotas selecionadas na execução, pois estas devem além de derrotar os obstáculos no caminho, evitar o gasto energético e ganhar tempo (LEITE et al., 2011). Provavelmente, o Parkour não existiria se não houvesse antes dele o Método Natural por George Hébert, assim como o parcours du combattant.
Método natural
O Método Natural baseia-se na ideia de que é importante trabalhar movimentos que atualmente o ser humano deixa de realizar. Para combater o sedentarismo, George Hébert criou um sistema no qual o ser humano reproduz movimentos utilizados para se locomover em ambientes naturais. Este método tem base no argumento de que todo ser vivo, obediente às suas necessidades naturais, atinge seu desenvolvimento físico completo por meio da utilização de seus órgãos de locomoção, de seus meios de defesa e de trabalho (GODTSFRIEDT, 2010).
Deriva:
Aplicada como um exercício de perder-se no território para descobri-lo e decifrá-lo, a Deriva contraria as fórmulas do reconhecimento cotidiano, induzido e superficial para desenvolver a percepção e a análise crítica do espaço e do tempo reais onde e quando vivemos. A favor do conhecimento liberado da rotina involuntária e das influências impostas pela “indução” e pelo “comportamento”, a Deriva se destina a superar a visão do território como terreno de atividades massificadas e previsíveis, a estimular a participação dos seres humanos enquanto personagens vivedores e não simples atores figurantes. Por eliminar as censuras impostas pelo condicionamento, o deslocamento intencionalmente fugidio, aleatório e sem rumo da Deriva revela os efeitos psicogeográficos do território sobre seus usuários; por combater os mecanismos de alienação e estratificação da vida social, a Deriva elimina as barreiras físicas e as patologias mentais exercidas pelo planejamento fragmentário e segregador do território; por eliminar os instrumentos racionais de conduta passiva substituindo-a pelo comportamento participativo a Deriva propõe a apropriação consciente dos espaços de habitar e a construção de um novo urbanismo.
Flâneur:
Flâneur, adjetivo derivado do verbo francês flâner, significa, numa tradução apressada, passear; passear no sentido de passar o tempo, vagar. Embora tenha sido um conceito também trabalhado por Walter Benjamin, foi Baudelaire quem primeiro cunhou essa definição e tratou sobre o assunto. O flâneur é um observador da vida urbana. Especificamente tratando do contexto histórico no qual escreveu Baudelaire, as mudanças acontecidas – e que vinham e vêm acontecendo em continuidade – na sociedade francesa – e mundial – em mediados do século XIX, o levaram a questionar-se se as ideias estéticas tradicionais eram – ou não – adequadas al dinamismo da nova sociedade.
Rolezinhos:
Diante de um tema tão polemico e divergente de opiniões que é “o rolezinho” a sociedade vem a todo vapor expor e querer fazer valer suas opiniões, já que se trata de um assunto social e político, pois o mesmo desperta na sociedade em geral o interesse pelo assunto que muitos o chamam de problema. ”Os rolezinhos” são encontros marcados pela internet por adolescentes, esses encontros começaram em dezembro de 2013. Normalmente o perfil dos participantes, são jovens, pobres, a maioria negros, querendo se divertir. No começo, os eventos eram convocados por cantores de funk, em resposta a um projeto de lei que proibia bailes do estilo musical nas ruas da capital paulista.
"Os jovens que participam desses encontros têm uma demanda reprimida por lazer, por diversão, por cultura e uma capacidade muito forte de mobilização”. (Sociólogo Fred Lúcio, da Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo - ESPM-SP)
Incomodados com a quantidade de jovens cantando refrãos de funk ostentação nos corredores, a direção de alguns shoppings paulistanos tiveram o respaldo de decisão judicial para fazer a triagem de clientes. Para muitos, os encontros não passam de um pretexto para fazer baderna e confusão. Outros defendem que faltam espaços públicos e de convivência para os jovens, que veem no shopping sua única saída. Por outro lado, a tentativa de evitar os rolezinhos refletiria um incômodo com a democratização do consumo, reflexo da ascensão da classe C. Os espaços de consumo, que antes eram exclusivos para a elite, agora são ocupados por novas classes emergentes.
Flash mob:
O evento flash mob é uma ação pontual, efêmera e informal. Configuram “multidões instantâneas”, as quais começam a ser formadas pelo aviso que se espalha nas redes digitais, atingindo, no “lugar cidade”, uma dimensão de concretude mais direta e perceptível. A tradução do termo seria aproximadamente “multidão a jato” ou “multidão instantânea”. Flash mob é a abreviação de flash mobilization, que significa mobilização rápida, relâmpago. Trata-se de uma aglomeração instantânea de pessoas em um local público para realizar uma ação previamente organizada. Para efeitos de impacto, a dispersão geralmente é feita com a mesma instantaneidade.
Os flash mobs assumem o papel de criar novos tipos de interação e ocupação dos espaços urbanos através do uso de artefatos tecnológicos que permitem novas formas de comunicação e informação e que promovem um nomadismo no campo do concreto, sem perder a conectividade com o plano virtual. Usando as mesmas tecnologias para um fim menos político do que os smart mobs, foram criados em maio de 2003 os movimentos que combatem o tédio das grandes “selvas de pedra” contemporâneas.
Referências bibliográficas:
- http://www.efdeportes.com/efd199/esportes-radicais-o-historico-do-le-parkour.htm
- http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/remef/article/view/4037
- http://reverbe.net/cidades/portfolio/teoria-da-deriva-e-o-urbanismo-situacionista/
- https://sociedadedeinformacaoetecnologias.blogspot.com.br/2011/08/o-flaneur-segundo-
- baudelaire.html
- http://evanderoliveira.jusbrasil.com.br/artigos/152053538/o-movimento-rolezinho
- http://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/sociedade-os-rolezinhos-e-a-inclusao-social-pelo-consumo.htm
- Artigo: MULTICULTURALISMO URBANO: O FENÔMENO FLASH MOB
- https://foradopalco.wordpress.com/performance/
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Objeto interativo
Segunda ideia:
Como mudança em relação a primeira ideia, a estrutura que antes servira como a indicação de locais predeterminados para o encaixe das peças fora excluída, dado que a mesma limitava a interação além de não oferecer características que se adequassem ao manuseio dos usuários.Galeria Cildo Meireles
Escolhemos, durante a visita ao Inhotim, a galeria do artista Cildo Meireles onde analisamos a obra Através. A instalação constitui-se de um grande tablado no qual pedaços de vidros estão dispostos aleatoriamente. Estes compõem a área do labirinto cujas "paredes" são representadas por objetos ligados ao cotidiano como cortinas para banheiro, aquários e redes de proteção. Destaca-se de forma central uma grande bola coberta de plásticos transparente através do direcionamento de uma fonte específica de luz na sala, incitando a curiosidade dos que transitam pelo labirinto. O conjunto não apresenta ambientação específica em relação ao prédio no qual está exposto, a arquitetura do local não apresenta variações perante uma grande caixa localizada quase que escondida em meio ao complexo do Inhotim, assim a obra apresenta certa mobilidade já que pode ser exposta em outros locais.
Ao caminhar pela superfície permite-se a composição de um ambiente sonoro através do tilintar dos vidros em contato, as barreiras apresentam-se imponentes e ao mesmo tempo alcançáveis devido às diversas formas de representação de transparências. O texto disponibilizado para o entendimento da obra é explicativo ao ponto de subverter a potência das possíveis experiências, já que descreve as sensações previstas além de revelar as características que podemos ter contato.
Objeto interativo
Primeira ideia:
Através da estrutura passível de locomoções, o objetivo é que o objeto promova uma nova interface para outras formas de visualização de si mesmo e do outro utilizando a forma moldável, aberturas e superfícies refletoras.
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